Pt:Porto Alegre, Rio Grande do Sul/Sistema Viário

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Rio Grande do Sul
Sistema Viário: Caxias do Sul - Ijuí - Passo Fundo - Pelotas - Porto Alegre - Santa Cruz do Sul - Lajeado - Santa Maria - Uruguaiana

Para vias do modal ciclístico, veja ciclovias. Para serviços de transporte que usam o sistema viário, veja transportes.

Recomendações

  • As rodovias BR-290, a BR-116 e BR-448 são highway=motorway por serem  rodovias de acesso controlado
    • Algumas dessas rodovias também seriam highway=trunk por ligarem cidades muito importantes (capitais), mas esta classe é inferior e portanto não determina a classificação final dessas vias
  • São primárias as rotas principais entre núcleos de cidades: avenida Bento Gonçalves (Porto Alegre - Viamão), avenida Bernardino Silveira Amorim (Alvorada - Cachoeirinha)
    • Note que todas as demais combinações não passam por dentro da cidade e sim pelas rodovias ao seu redor
  • São secundárias as rotas principais entre bairros
    • Rotas que não constam no plano diretor: rua Camaquã (Centro Histórico - Camaquã), estrada São Francisco (Belém Velho - Centro de Viamão)
    • Arteriais que por ora possuem rotas alternativas próximas a elas que são mais adequadas: avenida Coronel Gastão Hasslocher Mazeron
    • Outras arteriais que ainda não se encontram em grau suficiente de desenvolvimento (não se conectam plenamente à malha secundária) para serem rotas principais entre quaisquer bairros: avenida Grécia (rotas entre dois bairros não-adjacentes passam pela avenida Assis Brasil), avenida Ignês e Fagundes (impossível devido a um obstáculo físico introduzido em 2017 na ponte entre a rua do Cedro e a rua 7140; a melhor rota entre a Pitinga e o Belém Velho é pela avenida Edgar Pires de Castro)
  • São secundárias as arteriais que apresentam predominantemente tráfego de passagem entre bairros distantes, mesmo não sendo rotas principais entre eles: avenida Mauá, avenida Beira-Rio
  • São terciárias as vias locais que apresentam tráfego misto, ou seja, as vias que têm função de coletora (tendo ou não o perfil estrutural de via coletora definido no PDDUA). É necessário fazer uma análise cuidadosa para determinar quais vias funcionam desta forma. Alguns casos recorrentes são os seguintes:
    • Vias que atravessam arteriais divididas: avenida São Pedro
    • Vias cuja função é uma combinação de tráfego local (com acesso a lotes) e ligação secundária (usadas para converter de uma via secundária para outra): rua Gutemberg
    • Vias que passam por cruzamentos semaforizados quando nenhuma das ruas paralelas for terciária (de modo a manter a densidade baixa, para evidenciar melhor as principais rotas locais)
  • Não existem vias de espaço compartilhado no Brasil, portanto highway=living_street não deve ocorrer
  • Vias" carroçáveis", ou seja, fisicamente possíves para tráfego motorizado cujo perfil físico é inferior aos previstos no plano diretor ("vielas," comuns dentro de vilas mas existentes em outros lugares também) são mapeadas com highway=service+service=alley+access=yes: viela 5 Vila do IAPI
    • Pista com 2,5 metros de largura: mínimo para possibilitar acesso de carros (ver tipo 3.4 - via de contorno e ligação de UEUs, alternativa para EOR)
    • Pista com 7 metros de largura: mínimo previsto para via local (ver tipo 4.4 - via local de acesso domiciliar)
    • Largura mínima de uma calçada sem árvores: 1,75 metros (tipo 3.5 - vias de contorno e interiores das UEUs)
    • Havendo construções na calçada, a classe da via pode ser rebaixada imaginando que os pedestres ocupam o espaço da calçada na pista dos carros, diminuindo o espaço total disponível a eles
      • Pista com 8,75 metros de largura para construções invadindo só uma das calçadas
      • Pista com 10,5 metros para construções invadindo ambas as calçadas
  • Vias em condições precárias devem receber etiquetas adicionais descrevendo as condições, como surface=*, smoothness=*, lanes=*, sidewalk=*, width=* e, sempre que possível, maxspeed=* com o real valor da velocidade máxima permitida pela lei (e não um valor inventado/adivinhado/aproximado)

RGI de Porto Alegre

Porto Alegre

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Arterial de 1º nível
 Primária
Plano diretor
 Arterial de 2º nível
 Secundária
Plano diretor
Coletora Coletora
 Terciária
Nenhuma
  1. LCM 646/2010 art. 6 e LCM 434/1999 art. 10
  2. LCM 646/2010 anexo 9

Br-classificacao-porto-alegre-rs-plano-diretor.jpg

Observe que algumas partes do sistema arterial do plano existem  somente no papel e não na realidade.

Diferenças

Necessita atualização. Em caso de dúvida, verifique o histórico de alterações da via.

No mapa oficial, há diversas arteriais de 1º e 2º nível na região mais ao leste da cidade que não existem na realidade. Ou seja, o mapa é uma classificação que expressa os interesses de desenvolvimento, não necessariamente a classificação real. Além disso, o mapa não inclui o sistema coletor, apesar de sua existência ser citada em lei.

Ao mesmo tempo, um dos únicos pontos com os quais a comunidade brasileira concorda é que deve-se tentar aproximar a classificação oficial tanto quanto possível. O que fazer nessa e em situações similares então?

A regra geral do OSM diz que as secundárias são as principais rotas entre bairros, e a classificação funcional sugere que elas sejam as vias arteriais. Nos casos em que uma arterial do plano diretor for também a principal conexão entre dois bairros próximos, não há dúvida de que rota é de fato arterial e deve ser considerada secundária.

Quando a rota indicada no plano diretor existir de forma incompleta, mas uma alternativa muito próxima existir topologicamente (a conexão existe mas pelo menos um trecho é um pouco diferente do proposto), é possível classificar toda a rota como secundária também. O caso mais notável é o da rota que vai desde o presídio feminino até o antigo estádio do Grêmio - os principais competidores do OSM também classificam esse trecho como arterial. "No futuro" (não se sabe quando, o trecho final sequer está em obras) haverá outra via ao lado que tornará o trecho mais direto, mas por enquanto, este é o trecho que deve ser entendido como secundário.

Quando a rota for de mão única, faz sentido classificar também o sentido oposto (geralmente uma via paralela formando um binário) como arterial.

O que fazer nos casos em que há divergência? Por exemplo, o trecho final da avenida Grécia não é a principal rota entre quaisquer bairros, apenas uma rota usada para tráfego local. O principal motivo é que a avenida não foi completamente construída (ela não se conecta ao sistema secundário nas suas duas pontas, só numa delas). Da mesma forma, o plano prevê que essa avenida continuaria de forma quase retilínea para o leste sobre os bairros Vila Ipiranga, Jardim Itu-Sabará, o futuro Passo das Pedras, até se conectar à avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira no bairro Mário Quintana. A alternativa mais próxima que conecta esse trecho é um sistema de vias não contínuas mais ao sul (Brasília, 26 de Abril, Alexandre Luiz, Passo das Pedras). Pela regra do OSM, nenhuma dessas vias seria secundária porque as melhores rota entre os bairros dessa região quase sempre envolvem contornar esses bairros através das avenidas Protásio Alves e Baltazar de Oliveira Garcia. A regra do OSM faz mais sentido (coincide com o comportamento do tráfego) e produz um resultado mais limpo nessa situação. Por isso, a regra do OSM deve prevalecer sobre a regra da prefeitura quando as vias no mapa do plano diretor não existem.

Existem rotas entre bairros que não são marcadas como arteriais no mapa da prefeitura. Os exemplos mais importantes são a rota dos bairros Serraria e Chapéu do Sol para o bairro Lageado, da Vila Nova à Hípica e Chapéu do Sol, do Campo Novo até Guarujá e Serraria, e da Hípica até o Belém Novo. As melhores rotas entre esses bairros passam pelas estradas Cristiano Kraemer, Jorge Pereira Nunes e Gedeon Leite. Pela regra do OSM, essas estradas seriam secundárias e, de fato, faz sentido que sejam. Para manter o número de diferenças o menor possível em relação ao plano diretor, o ideal é ser conservador e não considerar que a rota vai do núcleo de um bairro até o núcleo de outro e sim que a rota é necessária para unir todos ou a maior parte dos pontos dos dois bairros.

Eventualmente, pode-se argumentar que algumas dessas vias deveriam ser terciárias devido à baixa velocidade e infraestrutura precária. No entanto, o significado da classificação viária no OSM não é absoluto e essas características devem ser mapeadas usando outras tags. A classificação apenas dá uma idéia geral de quais caminhos são os mais interessantes. Se a infraestrutura deixa a desejar, mas a conexão é importante, é apenas uma questão de tempo até que seja devidamente provida pelo governo, certamente a conexão está perto do topo das prioridades de desenvolvimento. E ainda, mesmo que eventualmente um caminho importante (que conecta lugares importantes) seja de terra, ele provavelmente é mais bem mantido que outras estradas de terra, e às vezes mais bem mantido que certas ruas asfaltadas. Na avaliação de "melhor caminho" todas essas características estão automaticamente embutidas (e devem ser consideradas com bastante cuidado pelo mapeador), mas elas não têm necessariamente correlação absoluta com a classificação.

Então, usando a classificação do plano diretor como base, itera-se a classificação usando os princípios do OSM para se obter o resultado mais coerente possível. O mesmo vale para as arterias de 1º nível: são as principais rotas (urbanas) conectando cidades (vizinhas) (note que algumas rotas são feitas pela BR e não por dentro da cidade). A maior divergência é a classificação da Protásio Alves: a maioria dos sistemas comerciais de roteamento sugere que ela não é o melhor caminho entre cidades vizinhas, e nem é o melhor caminho do núcleo de Porto Alegre para o núcleo das outras (embora isso não seja critério amplamente adotado no OSM), mesmo quando o horário usado para o cálculo da rota não é um horário de pico (ex.: de madrugada). Além disso, é uma rota menos interessante para grandes caminhões, embora não seja inteiramente ruim. Juntando todos esses fatores, deixá-la como rota primária diria aos usuários do mapa que ela é tão boa quanto a Bento Gonçalves, quando na verdade ela é um pouco pior. O mapa então ganha qualidade ao marcar apenas a Bento como rota primária.

A classificação do sistema terciário é uma proposta (pois não há informação oficial) e é discutível. As vias terciárias são as melhores vias que distribuem o tráfego dentro de uma área delimitada por vias arteriais. As melhores candidatas são vias topologicamente centrais (que conectam as arterias a um grande número de lotes), com boa infraestrutura (largas, pavimentadas), preferenciais, que permitem cruzar as arteriais (especialmente onde os pontos de conversão/cruzamento são a minoria) ou conectam esses pontos de uma ponta a outra nessa área. Dica: você pode calcular rotas usando outros sistemas de roteamento, e se muitos deles concordarem em usar a mesma rota para cobrir grandes distâncias numa área residencial, e especialmente cruzá-la de um lado ao outro em ambos os sentidos, é muito provável que essa seja uma rota formada por vias terciárias. Melhor ainda se for uma via só e ela estiver conectada às arteriais em ambas as pontas. No entanto, mantenha a densidade das terciárias tão baixa quanto possível.

Havendo alternativas próximas, vias muito estreitas não devem ser classificadas como terciárias para não confundir os usuários do mapa.

Rotas que envolvam fazer retornos por ruas comuns geralmente as tornarão terciárias porque o tráfego que se manifesta nelas é um misto de tráfego de passagem com tráfego local (chegando/saindo dos lotes). Por isso, essas vias são similares a coletoras (que têm o mesmo tipo misto de tráfego), que são mapeadas como terciárias. Isso produz uma certa poluição no mapa, sobretudo ao longo da 3ª perimetral, e por isso é discutível, mas é um critério adotado pelos competidores do OSM também. Alguns algoritmos de roteamento exigem esse tipo de classificação para funcionarem de forma correta, do contrário eles ignoram a possibilidade de fazer retornos nessas vias e com isso geram rotas sub-ótimas. Isso por si só não é motivo para alterar a classificação, mas a alteração possui outras vantagens: permite que sejam consideradas ao calcular as rotas visualmente, orienta os urbanistas no sentido de que essas vias deveriam ser expandidas para comportar mais tráfego, etc.

Critérios urbanísticos, e mesmo outras idéias como "existência de semáforos" ou "existência de rotas de ônibus" não determinam a classificação no OSM porque a idéia da regra geral de marcar rotas não diz nada sobre elas estarem em boas condições. De fato, ela revela que as vias "deveriam" estar em boas condições para comportar o tipo de tráfego que surge espontaneamente nelas em razão da topologia da malha e da fluidez do trânsito, que combinados, determinam quais rotas são as melhores. Todas essas características, inclusive a atribuição de rotas de ônibus, são consequência de a via estar em boas condições e conectar-se a um grande número de lotes/estabelecimentos ou a lugares importantes (no Brasil o status de um lugar é dado pelo nível administrativo, ao contrário de outros países onde o status por vezes é conferido por lei ou mérito para cada caso separadamente).

Mais detalhes

Vias primárias

Somente a Freeway, a Bento Gonçalves e a Bernardino Silveira Amorim são primárias porque são as únicas rotas principais entre núcleos de cidades (regra geral do OSM). A Freeway, além de ser primária, também é trunk (liga cidades grandes e importantes, como capitais), e também é motorway (trânsito livre, sem interrupções), então é mapeada como motorway por ser a mais alta classe atendida pela via.

Note que a principal rota entre Viamão e Eldorado do Sul é pela ERS-118. Note também que as rotas primárias devem preferencialmente passar por vias arteriais, e que não precisam ir exatamente até o núcleo de cada cidade. Em geral prefere-se não deixar pontas soltas em quaisquer malhas, por isso a rota primária entre Viamão e Porto Alegre não inclui o curto trajeto até a praça da Matriz. O trajeto que falta é composto por uma sequência de vias com classes progressivamente ascendentes ou descendentes, sem alternância, e portanto excluir este trecho do sistema primário é bastante aceitável.

Perimetrais

Alvorada

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Estrutural
 Primária
Plano diretor
 
 Principal
 Secundária
Plano diretor
Coletora Secundária
 Terciária
Nenhuma
  1. LM 2316/2011 arts. 27 a 34
  2. LM 2316/2011 anexo 11

Br-classificacao-alvorada-rs-plano-diretor.jpg

Cachoeirinha

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Estrutural
 Primária
Plano diretor
 Principal
 Secundária
Plano diretor
Coletora Secundária
 Terciária
Nenhuma
  1. LCM 11/2017 art. 13
  2. LCM 11/2017 mapa 3

Br-classificacao-cachoeirinha-rs-plano-diretor.jpg

Canoas

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Perimetral (anel viário)
 Primária
Plano diretor
 Arterial
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 5961/2015 arts. 158 a 166
  2. LM 5961/2015 anexo 2

Br-classificacao-canoas-rs-plano-diretor.jpg

Eldorado do Sul

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial Marginal
 Secundária
Plano diretor
 
 Arterial
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 2574/2006 arts. 96 a 105
  2. LM 2574/2006 anexo 2

Br-classificacao-eldorado-do-sul-rs-plano-diretor.jpg

Esteio

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Arterial
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 6672/2017 art. 61
  2. LM 6672/2017 anexo 4

Br-classificacao-esteio-rs-plano-diretor.jpg

Gravataí

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Estruturadora
 Primária
Plano diretor
 Articuladora
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 1541/2000 art. 41
  2. LM 3111/2011 anexo único [1]

Br-classificacao-gravatai-rs-plano-diretor.jpg

Guaíba

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 
 Principal
 Primária
Plano diretor
 
 Estrutural
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 2146/2006 art. 179
  2. LM 2146/2006 anexos 5 e 15

Br-classificacao-guaiba-rs-plano-diretor.jpg

Mostardas

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial Avenida
 Secundária
Lei 2596
Principal
 Secundária
Lei 2596
Coletora Secundária
 Terciária
Lei 2596
  1. LM 456/1980 art. 49
  2. LM 2596/2009 art. 24

Santo Antônio da Patrulha

Ainda não revisada.

Br-classificacao-santo-antonio-da-patrulha-rs-plano-diretor.jpg

Sapucaia do Sul

Note que o estilo visual do limite dos bairros é muito similar mas não é idêntico ao das vias principais.

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Anel viário
 Secundária
Plano diretor
 Principal
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Secundária
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 2896/2006 art. 26
  2. LM 2896/2006 mapa 3

Br-classificacao-sapucaia-do-sul-rs-plano-diretor.png

No site da Prefeitura em Secretarias > Secretaria Municipal de Planejamento Urbano > Novo Plano Diretor • Lei Municipal Nº 2.896 de 11 de 10 de 2006 > Anexo XII, tabela 09 - Sistema viário, consta o seguinte:

Tabela 09 - Sistema Viário - Anexo XII
Tipo Vias Gabarito Trecho
Vias Principais
Av. Açoriana 25,50 m Em toda sua Extensão
Av. Coronel Theodomiro Porto da Fonseca 25,50 m Entre a Av. Luiz Pasteur e a Estrada dos Ramires
Av. João Pereira de Vargas 30 m Entre a Av. Sapucaia até a Av. Luiz Pasteur
Av. Leonidas de Souza 25,50 m Em toda sua Extensão
Av. Lúcio Bittencourt 30 m Entre BR 116 e Rua José de Alencar
18 m Entre Rua José de Alencar e Av. Rubem Berta
Av. Luiz Pasteur 30 m Em toda sua Extensão
Av. Mauá 17 m Entre a Rua João Celestino da Silva até a rua General Osório
25,50 m Entre a Av. João Pereira de Vargas até a divisa com São Leopoldo
Rua Otaviano Silveira 16 m Em toda sua Extensão
Av. Rubem Berta 25,50 m Em toda sua Extensão
Av. Sapucaia 25,50 m Em toda sua Extensão
Vias Secundárias
Av. Albano F. da Silva 25 m Em toda sua Extensão
Av. Alfredo Scharlau 17 m Em toda sua Extensão
Rua Antonio da Silva Jardim 15 m Em toda sua Extensão
Av. Assis Brasil 24 m Entre a Av. João Pereira de Vargas até Arroio José Joaquim
20 m Após Arroio José Joaquim, no Bairro Vargas
Rua Barão do Rio Branco 18 m Em toda sua Extensão
Rua Benjamim Constant 15 m Entre a Rua Antônio da Silva Jardim e a Rua Luiz Gama
13 m Entre a Luiz Gama e a Rua Bonita
Rua Bonita 15 m Em toda sua Extensão
Av. Borges de Medeiros 30 m Entre a Rua Pirelli e a BR 116
23,50 m Demais trechos
Rua Carlos Fantinel 22 m Em toda sua Extensão
Rua Castro Alves 23,50 m Em toda sua Extensão
Rua Clovis Ely 15 m Em toda sua Extensão
Av. Copacabana 25 m Em toda sua Extensão
Rua Coronel Serafim Pereira 15 m Em toda sua Extensão
Rua Das Missões 15 m Em toda sua Extensão
Rua Djalma Sassi 15 m Em toda sua Extensão
Rua Doutor Lauro Dondonis 20 m Entre a Rua Pinheiro Machado e a BR 116
18 m Entre a Rua Pinheiro Machado e a Av. Leônida de Souza
Rua Duque de Caxias 15 m Em toda sua Extensão
Rua Emílio Janga 15 m Em toda sua Extensão
Rua Fernando de Noronha 15 m Entre a Rua João Fernandes da Cunha e a Rua Leopoldo Scharlau
Rua Independência 15 m Em toda sua Extensão
Av. Isdralit 30 m Em toda sua Extensão
Rua João Cândido 15 m Em toda sua Extensão
Rua João Rodrigues 18 m Em toda sua Extensão
Rua José de Alencar 20 m Em toda sua Extensão
Av. José Joaquim 30 m Em toda sua Extensão
Rua Major de Souza Lima 17 m Em toda sua Extensão
Rua Manoel Serafim 20 m Entre a Rua Laurentino Juliano e a Av. Primor
18 m Entre a Rua Laurentino Juliano e a Rua Coronel Manoel Serafim
Rua Mariano do Canto 15 m Em toda sua Extensão
Rua Monteiro Lobato 23,5 m Em toda sua Extensão
Rua Nereu Ramos 18 m Em toda sua Extensão
Rua Nossa Senhora da Conceição 20 m Em toda sua Extensão
Rua Nossa Senhora das Graças 18 m Em toda sua Extensão
Rua Pinheiro Machado 18 m Em toda sua Extensão
Rua Primeiro de Maio 16 m Em toda sua Extensão
Av. Primor 22 m Em toda sua Extensão
Rua Quinze de Novembro 18 m Em toda sua Extensão
Av. República 30 m Em toda sua Extensão
Rua Rio de Janeiro 15 m Em toda sua Extensão
Rua Rio Madeira 14 m Em toda sua Extensão
Rua Rosinha Joaquina Silveira 15 m Em toda sua Extensão
Rua Rui Ramos 18 m Em toda sua Extensão
Rua São Caetano 15 m Em toda sua Extensão
Rua São Jorge 18 m Em toda sua Extensão
Rua Sebastião Fauth 18 m Em toda sua Extensão
Rua Sete de Setembro 15 m Em toda sua Extensão
Rua Silveira Martins 16 m Em toda sua Extensão
Rua Silvio Sanson 18 m Em toda sua Extensão
Rua Tiradentes 20 m Em toda sua Extensão
Rua Tropeiros 15 m Trecho Rua Nordeste até Av. Justino Camboim
22 m Trecho Rua Nordeste até Av. Coronel Theodomiro P. da Fonseca
Rua Valdomiro R. Machado 17 m Em toda sua Extensão
Rua Vinte e Cinco de Julho 18 m Em toda sua Extensão
Anel Viário
Av. Américo Vespúcio 30 m Entre a Av. Luiz Pasteur e a Av. Coronel Theodomiro Porto da Fonseca
25,50 m Da Av. Cel. Theodomiro Porto da Fonseca até o Bairro Vargas (Lot. Parque Joel)
18 m Trecho Bairro Vargas (Lot. Parque Joel) até a Rua Valdomiro R. Machado
Rua Fernando de Noronha 23,5 m Entre a Rua Cariri e a Rua João Fernandes da Cunha
Rua Henrique Dias 23,5 m Em toda sua Extensão
Av. José Joaquim 30 m Em toda sua Extensão
Av. Justino Camboim 20 m Entre a Rua Nossa Senhora da Conceição e a Av. João Pereira de Vargas
25,50 m A partir da Av. João Pereira de Vargas
Rua João Fernandes da Cunha 23,5 m Entre a Rua Fernando de Noronha e a Av. João Pereira de Vargas
15 m Entre a Rua Modesto Dias e a Rua Fernando de Noronha
Av. Jorge Assum 23,5 m Em toda sua Extensão
Rua Mariano do Canto 15 m Em toda sua Extensão
Rua Monteiro Lobato 23,5 m Em toda sua Extensão
Rua Olavo Camboim 23,5 m Em toda sua Extensão
Rua Rosinha Joaquina Silveira 15 m Em toda sua Extensão

Viamão

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Regional
 Primária
Plano diretor
 
 Corredor de urbanidade
 Secundária
Plano diretor
 
 Perimetral metropolitana
 Secundária
Plano diretor
 
 Estrutural ou principal
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 
 Coletora ou secundária
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 4190/2013 art. 14
  2. LM 4190/2013 mapas 1 a 4

Br-classificacao-viamao-rs-plano-diretor.jpg

RGI de Camaquã

Camaquã

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Principal (CCSR)
 Secundária
Plano diretor
 Estrutural (CCSL)
 Secundária
Plano diretor
  1. LCM 1051/2007 art. 36
  2. LM 32/2019 anexo 6C

Br-classificacao-camaqua-rs-plano-diretor.jpg

RGI de Charqueadas - Triunfo - São Jerônimo

Charqueadas

Triunfo

São Jerônimo

RGI de Montenegro

Montenegro

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Estrutural
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Conectora
 Terciária
Plano diretor
 Paisagística
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 5862/2014 art. 6
  2. LM 5862/2014 anexo 1

Br-classificacao-montenegro-rs-plano-diretor.jpg

Brochier

RGI de Novo Hamburgo - São Leopoldo

Novo Hamburgo

Ainda não revisada.

Br-classificacao-novo-hamburgo-rs-plano-diretor.jpg

São Leopoldo

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Trânsito rápido
 Trânsito rápido
 Troncal
Plano diretor
Arterial
 Arterial nível 1
 Primária
Plano diretor
 Arterial nível 2
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 9041/2019 art. 69
  2. LM 9041/2019 mapa 3

Br-classificacao-sao-leopoldo-rs-plano-diretor.jpg

Araricá

Ivoti

Ainda não revisada.

Br-classificacao-ivoti-rs-plano-diretor.jpg

Portão

RGI de Taquara - Parobé - Igrejinha

Taquara

Parobé

Embora o mapa não tenha legenda, as vias indicadas nele correspondem à lista de ruas no texto da lei.

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 
 Anel viário
 Secundária
Plano diretor
  1. LM 1840/2001 art. 31
  2. LM 2282/2005 mapa anexo

Br-classificacao-parobe-rs-plano-diretor.jpg

Igrejinha

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 
 
 Conexão regional
 Secundária
Plano diretor
Arterial
 
 
 Eixo estrutural
 Secundária
Plano diretor
  1. LM 5105/2018 art. 20
  2. LM 5105/2018 anexo II

Br-classificacao-igrejinha-rs-plano-diretor.jpg

Rolante

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Rodovia
 Rodovia
 Secundária
Plano diretor
Arterial
 Perimetral norte
 Secundária
Plano diretor
 
 Eixo estrutural
 Secundária
Plano diretor
  1. LM 4050/2017 art. 20
  2. LM 4050/2017 anexo 2

Br-classificacao-rolante-rs-plano-diretor.jpg

Três Coroas

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Rodovia
 Rodovia
 Primária
Plano diretor
Arterial
 Estrutural
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 3616/2016 art. 26
  2. LM 3616/2016 anexo 2

Br-classificacao-tres-coroas-rs-plano-diretor.jpg

RGI de Torres

Torres

Arroio do Sal

No site da Prefeitura em Publicações oficiais > Leis > Pesquisa avançada > Plano diretor > Art. 105, consta o seguinte:

O Sistema Viário constitui a estrutura e a hierarquia das vias de circulação no território, e será formado basicamente por dois eixos:

  1. Eixo longitudinal, paralelo ao Oceano:
    1. Nível 1: Estrada do Mar (RS-389) Rodovia Estadual complementada por vias laterais, é a via de ligação intermunicipal que alimenta e completa a malha viária local, com características de alta fluidez, tráfego leve, cujas vias laterais proporcionarão a interligação com o uso e ocupação do solo;
    2. Nível 2: Avenida do Litoral 1 - Arterial Coletora, é a via projetada, acontecendo ao final dos antigos loteamentos, devendo ser a via principal do sistema de transporte coletivo municipal, com características de média ou baixa fluidez, alcance regional amplo e fazendo a conexão entre os balneários;
    3. Nível 3: Avenida do Litoral 2 - Arterial Coletora, é a via projetada, devendo ser a 2º via principal do sistema de transporte coletivo municipal, com características de média ou baixa fluidez, alcance regional amplo e fazendo a conexão entre os futuros parcelamentos;
    4. Nível 4: Estrada da Lagoa - Via Especial Turística, é a via projetada junto a Lagoa Itapeva, por sua localização e características diferenciadas será objeto de Projeto Especial. Promoverá o acesso a beira da lagoa, tráfego lento, com usos turísticos e lazer;
    5. Nível 5: Interpraias - Via Local, é a via existente, com características de corredor, que com a consolidação das Avenidas do Litoral 1 e 2, passará a integrar a malha viária dos balneários como via local;
    6. Nível 6: Avenida Beira Mar - Via Especial Turistica, é a via projetada com acesso imediato as edificações comerciais e residenciais, promovendo intensa integração com o uso e ocupação do solo, com baixa fluidez e alta acessibilidade e, por suas características e situação atual será objeto de projeto especial;
    7. Nível 7: Ruas locais - demais ruas que compõem o sistema viário, baixa fluidez e alta acessibilidade.
  2. Eixo transversal - perpendicular ao Oceano:
    1. Nível 1: Acessos aos Balneários - Arteriais, são as vias próprias para o sistema de transporte coletivo, com características de média ou alta fluidez, fazendo a articulação com as vias longitudinais e contam com usos diversificados. Quais sejam: Acessos aos Balneários Bom Jesus, à Sede, a Camboim, à Rondinha Nova, ao Atlântico, a Praia Azul e a Torres Sul;
    2. Nível 2: Avenidas Centrais - Coletoras, são as vias locais e arteriais que recebem e distribuem o trafego com fluidez e acessibilidade. Quais sejam: as avenidas Iarandu em Sul Atlântida, Brasília na Pérola, Dante Ferla na Sereia do Mar, "A" na Marambaia, Bento Gonçalves na Âncora, Taquara na Vista Alegre, Duque de Caxias no Malinsky, Brasil em Areias Brancas, Medeiros de Quadros na São Jorge, Alfa no Alfa e Presidente Prudente na Rondinha Plano B;
    3. Nível 3: Ruas locais - demais ruas que compõem o sistema viário, baixa fluidez e alta acessibilidade.

RGI de Tramandaí - Osório

Tramandaí

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Arterial
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LCM 25/2017 art. 9
  2. LCM 25/2017 anexo 1

Br-classificacao-tramandai-rs-plano-diretor.jpg

Osório

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Estrutural
 Primária
Plano de mobilidade
 Arterial
 Secundária
Plano de mobilidade
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano de mobilidade
  1. DM 80/2015 arts. 4 a 7
  2. DM 80/2015 anexos 2 e 3

O anexo 3 contém dados do Bing protegidos por direitos autorais. Ele apresenta a seguinte classificação:

  • Rodovias municipais: OS-010, OS-020
  • Estradas municipais: OS-170, OS-475, OS-440, Borússia, Pereira Neto, Julio Brunelli, José Oliveira Ouriques, Gaspar Grizza

Br-classificacao-osorio-rs-plano-diretor.jpg

Capão da Canoa

Imbé

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 Estruturadora
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 1474/2013 art. 168
  2. LM 1474/2013 figura 4

Br-classificacao-imbe-rs-plano-diretor.jpg

Terra de Areia

CTB Classe municipal[1] Classe no OSM Fonte oficial[2]
Arterial
 
 
 Via de transição ou arterial
 Secundária
Plano diretor
Coletora
 
 Coletora
 Terciária
Plano diretor
  1. LM 1988/2011 art. 9
  2. LM 1988/2011 anexo 7

Br-classificacao-terra-de-areia-rs-plano-diretor.jpg

Xangri-lá

No site da Prefeitura em Prefeitura > Leis municipais > Plano diretor > Art. 111, consta o seguinte:

O Sistema Viário constitui a estrutura de circulação no território municipal, integrada a Malha Viária Básica Regional, que está hierarquizada em dois sentidos:

  1. Sentido longitudinal, paralelo ao Oceano:
    1. Nível 1 - Estrada do Mar (RS 389) - Rodovia Estadual complementada por vias laterais. É a via de ligação intermunicipal que alimenta e complementa a malha viária local, com características de alta fluidez, tráfego leve, cujas vias laterais proporcionam a integração com o uso e ocupação do solo.
    2. Nível 2 - Av. do Parque - Arterial. É a via principal do sistema de transporte coletivo intermunicipal, com característica de média ou baixa fluidez. Alcance regional amplo, conexão entre os balneários, articulação com as arteriais e coletoras transversais.
    3. Nível 3 - Av. Paraguassú - Coletora. É a via de ligação entre as vias locais e arteriais que recebe e distribui o tráfego, com equilíbrio entre fluidez e acessibilidade, integrada com o uso e ocupação do solo, bem como o transporte coletivo municipal, compartilhado com o tráfego geral.
    4. Nível 4 - Av. Beira Mar - Local. É a via com acesso imediato aos prédios comerciais e residenciais, com intensa integração com o uso e ocupação do solo, promovendo a acessibilidade à orla, com baixa fluidez de tráfego e alta acessibilidade.
    5. Nível 5 - Av. das Lagoas - Especial Turística. É a via que por suas características diferenciadas de localização ou uso, são objeto de projeto especial. Promove a acesso a orla, tráfego lento, com usos turísticos, de lazer e residencial de baixa densidade.
  2. Sentido transversal, perpendicular ao oceano:
    1. Nível 1 - Acessos aos balneários - Arteriais. São vias próprias para o sistema de transporte coletivo, com características de Média ou Alta fluidez, articulação com as vias longitudinais, tráfego leve, médio e pesado, mistura de usos e alta densidade.
    2. Nível 2 - Avenidas Centrais - Coletoras. São vias de ligação entre as vias locais e arteriais que recebem e distribuem o tráfego com equilíbrio entre fluidez e acessibilidade.

Referências